sábado, 27 de outubro de 2012

História dos anos 70


Ditadura Militar: propaganda, terrorismo e manifestações populares


Fotografias históricas do Brasil nos anos 70, sobre vários aspectos. Nos links do lado direito, veja as propagandas, ou anúncios impressos, da década de 70.


PROPAGANDA

década de 70
General Médici, presidente do Brasil de 1969 até 1974. O período de seu governo  foi
chamado de "anos de chumbo" por ter sido o mais repressivo da ditadura militar. O governo Médici representava o retrocesso à redemocratização que os governos militares anteriores tentaram esboçar. Com Médici, inicia-se a fase de endurecimento, da repressão e, consequentemente, da reação, caracterizada pelo terrorismo. 



Frase copiada de campanha do governo de Richard Nixon
 veiculada em 1968 nos Estados Unidos: "America, love it or leave it" 


Slogan de campanha do governo Médici - 1970


Esses slogans fizeram parte de uma das campanhas publicitárias
do governo Médici iniciada no Brasil em abril de  1970, o ano da copa, 
incentivando ao nacionalismo. Eram adesivos fixados em
 parachoques e parabrisas dos carros


As frases com incentivo ao otimismo nacionalista da ditadura militar, 
eram muito usadas por anunciantes de diversos produtos, como
 nesse anúncio do Salão da Criança de 1970



propaganda ufanista anos 70; história anos 70; década de 70;
Anúncio Atlantis - 1970
anos 70; propaganda ufanista anos 70; década de 70;
Anúncio Supermercados Disco Charque 1970


propaganda anos 70; história dos anos 70; reclame anos 70;
Anúncio ufanista Ford-Willys - 1970


propaganda com conteúdo ufanista da agência Norton Publicidade de 1970
Anúncio com conteúdo ufanista da agência Norton Publicidade de 1970



Propaganda no governo Médici sobre a semana da pátria



anuncio enaltecendo o governo militar do presidente Medici  - 1970
Propaganda enaltecendo o governo militar do presidente Medici  - 1970


A ditadura militar de Médici, fez uso da conquista do campeonato
de futebol  em 1970,como parte da campanha publicitária
 "pra frente Brasil" e fortaleceu o espirito nacionalista no povo.


CENSURA



Matéria de capa do Jornal do Brasil de 19 de abril de 1970, onde o texto revela a acirrada censura do regime militar não só para as publicações nacionais como as estrangeiras. O mesmo Jornal do Brasil sofreu sanções do governo que retirou a publicidade das empresas estatais em 1970, com perda de 15% de sua receita, sendo obrigado a "negociar" com os militares, isto é, a amenizar sua postura crítica em relação ao governo.
No período em que o AI-5 (Ato Institucional nº 5) esteve em vigor entre 1968 e 1978, qualquer forma de veiculação passava por inspeção de agentes da polícia federal. Música, programas televisivos, peças teatrais, programas de rádio, cinema, livros e jornais eram todos avaliados antes da publicação.
No inicio da década de 70, os jornais e revistas foram os que mais sofreram com o Decreto-Lei nº 1.077, de 21 de janeiro de 1970 que instituía a censura prévia, estipulada de duas formas: ou agentes censores ficavam permanentemente na redação dos jornais e das revistas, para decidir o que poderia ou não ser publicado, ou os veículos eram forçados a enviar, com antecipação, o que pretendiam publicar para a Divisão de Censura do Departamento de Polícia Federal, em Brasília.
A censura foi implacável no governo do General Médici, entretanto tornou-se gradativamente mais leve após o governo Geisel, em 1975. 



TERRORISMO




Em 1971, as autoridades policiais e militares distribuíram, nas principais cidades brasileiras, uma série de cartazes contendo nomes de supostos terroristas, procurados por assaltos a bancos, ataques a quartéis e veículos do exército, sequestro ou, simplesmente por deflagrar ideias políticas contrárias ao regime da ditadura militar. Esses cartazes eram fixados em áreas de grande circulação de pessoas, como estações de trem.


Anúncio do jornal O Pasquim no início da década de 70, satirizando os 
cartazes distribuídos com fotos e nomes dos terroristas procurados pelo regime militar.

Jornal no estilo tabloide editado entre 1969 e 1991, O Pasquim era caracterizado por sua oposição ao regime militar com textos descontraídos, ilustrado com charges e cartuns bem humorados realizados por cartunistas famosos como Henfil, Ziraldo e Henfil. Chegou a ter tiragem de 200.000 exemplares.



Seis faces de um terrorista

O disfarce era um dos truques adotados pelo terrorismo na década de 70. Além da cirurgia plástica e de peças postiças, utilizavam-se de métodos caseiros, como no caso das fotos acima de Bruno Daltech, raspando o bigode, cortando o cabelo ou deixando a barba crescer, criou seis rostos diferentes. Só não conseguiu disfarçar as linhas das orelhas e errou ao usar os mesmos óculos.


anos 70. ditadura militar. terrorismo no Brasil. PCBR.
Capa do Jornal do Brasil de 19 de março de 1971 com matéria da primeira condenação à morte no Brasil republicano.

Teodomiro dos Santos, de 19 anos (no primeiro plano da foto), foi condenado à morte em 18 de março de 1971. Foi o primeiro caso de condenação à morte no Brasil republicano. No dia 27 de outubro de 1970, enquanto era conduzido num jipe policial depois de ter sido preso num “aparelho” (local de reunião de terroristas) em Salvador, Teodomiro, mesmo com o braço direito algemado ao esquerdo de seu companheiro Paulo Pontes, preso na mesma ocasião, conseguiu apanhar um revolver e matou a tiros o sargento da Aeronáutica Walder Xavier de Lima, agente do CODI (Centro de Operações de Defesa Interna). A condenação de pena de morte seria por fuzilamento, segundo a Lei de Segurança Nacional assinada pelos ministros militares em 1969, mas, coube o recurso de apelação, com efeito suspensivo para o Superior Tribunal Militar.
O julgamento foi realizado em Salvador pelo Conselho de Justiça Especial da Aeronáutica, nomeado pelo ministro da aeronáutica, formado por dois tenentes-coronéis,  um major-aviador e um tenente coronel intendente.

anos 70. ditadura militar. terrorismo no Brasil. PCBR.

Teodomiro dos Santos e Paulo Pontes (26 anos), foram também acusados de pertencer ao Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) e, anteriormente tinham assaltado uma agência do Banco da Bahia. Paulo Pontes foi condenado à prisão perpetua. 


 Esse anúncio de 1970 da empresa mineira Etra, não censurado e 
publicado em jornal do Rio, chama a atenção com 
uma analogia aos "aparelhos" (local de reunião dos terroristas).



Anúncio de 1972  publicado em jornal, faz referência à manifestação
pública, proibida pelo regime militar.

Anos 70: terrorismo em São Paulo. Ditadura militar. OBAN.
Na manhã de 15 de abril de 1971, próximo à Avenida Paulista em São Paulo, o empresário Henning Albert Boilesen  foi executado a tiros por cinco militantes dos grupos de terrorismo Vanguarda Popular Revolucionária e do Movimento Revolucionário Tiradentes.
Boilesen era presidente da empresa Ultragaz e fundador do órgão Operação Bandeirante (OBAN) que deu origem, com o mesmo modus operandi do DOI-CODI CODI (Destacamento de Operações de Informações-Coordenação de Defesa Interna).
O noticiário da época dizia que o empresário tinha sido morto como vingança pela morte de militante de um grupo de esquerda. Na verdade, o empresário arrecadava fundos junto a grandes empresas para manter a infraestrutura da Operação Bandeirante que tinha como objetivo a caça e torturas de integrantes de movimentos de esquerda. Segundo relatos de militares e militantes da época, o empresário tinha o habito sádico de assistir as seções de torturas realizadas pela Operação Bandeirante.





OS GOVERNANTES


década de 70. anos 70
General Médici e General Meira Mattos - 
Academia Militar de Agulhas Negras - 1970

década de 70
Delfin Neto ministro da economia do governo Médici e posteriormente ministro
do planejamento e agricultura dos outros governantes da ditadura militar.
 Foi criticado como corrupto e manipulador de dados sobre a inflação,
para manter a imagem do chamado "Milagre Econômico" brasileiro.


presidente médici e general geisel em 1973. anos 70. década de 70. ditadura militar. história anos 70.
Reunião entre presidente Médici e seu sucessor General Geisel - 1973




década de 70. anos 70. década de 70. ditadura militar. história anos 70.
General Ernesto Geisel foi presidente do Brasil no
período de 1974 a 1979

década de 70
General Geisel na Academia da Força Aérea - 1974

anos 70. década de 70. ditadura militar. história anos 70.
General Geisel - Rio de Janeiro - Foto: Luiz Humberto


década de 70
General Figueiredo - 1978. O último presidente da ditadura militar, 
foi destinado a consolidar o processo de abertura política. Foto: Carlos Nambra



General João Figueiredo, presidente do Brasil entre 1979 e 1985

General Figueiredo com Antonio Carlos Magalhães -
Brasilia - 1979 - Foto: Carlos Namba

General Figueiredo e Paulo Maluf - 1978 - Foto: Carlos Namba




MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS


Comício em São Paulo - 1974. A partir do governo Geisel,
 foi iniciada uma gradativa abertura política em que
manifestações públicas eram permitidas

Manifestação em São Paulo - 1978

Assembléia dos metalúrgicos de São Paulo - 1978


Assembléia dos Metalúrgicos reune 60.000 trabalhadores em São Bernardo
em 1979 - Foto: Pedro Martinelli


Lula quando era presidente do Sindicato dos Metalúgicos,
no Estádio de Vila Olimpia - abril de 1979


Copa do mundo de futebol no México em 1970

Um dos fatos marcantes da década de 70, foi o tri campeonato mundial de futebol  conquistado pelo Brasil em junho de 1970. 



Equipe completa 

Jogadores titulares com o técnico Zagallo


Tostão

Pelé

década de 70
Pelé comemora a conquista do título
Pelé comemora gol com Jair


Carlos Alberto segura a taça Jules Rimet
década de 70
Na capa da edição de 8 de junho de 1970 do Jornal da Tarde,
 destaque para a vitória do Brasil contra a Inglaterra no campeonato
Mundial do México. A sequencia fotográfica mostra várias expressões de
um torcedor assistindo o jogo em praça pública no Brasil.
Fotos: Rolando de Freitas





Presidente Médici segura a taça Jules Rimet em Brasília. 
A conquista do título serviu como propaganda política na 
ditadura militar

década de 70
Vale do Anhangabaú em São Paulo: 500 mil pessoas aguardavam
a chegada da seleção brasileira de futebol - junho de 1970


Capa da revista O Cruzeiro - junho de 1970




Anúncios publicados em jornais, um dia
após a vitória do Brasil na Copa de 1970


Copa do mundo de futebol de 1970; Brasil tri campeão; anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Anúncio União de Bancos Brasileiros - 1970


Copa do mundo de futebol de 1970; Brasil tri campeão; anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Anúncio BUA - British United Airways - 1970


Copa do mundo de futebol de 1970; Brasil tri campeão; anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Anúncio Casa Tavares (Rio) - 1970

Copa do mundo de futebol de 1970; Brasil tri campeão; anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Anúncio Televisor Colorado RQ - 1970

Copa do mundo de futebol de 1970; Brasil tri campeão; anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Anúncio Induco Dover - 1970

Copa do mundo de futebol de 1970; Brasil tri campeão; anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Anúncio Chevrolet - GM - 1970


Copa do mundo de futebol de 1970; Brasil tri campeão; anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Anúncio Hercules - 1970




Rodovia Transamazônica


                                                                                                         Foto: Folha de São Paulo

                                                                                     Foto: Solano José

Com a suposta idéia de colonização da Amazônia e instalar 500 mil colonos em agrovilas ou, 
como disse o presidente Médici: “levar “homens sem terra para uma terra sem homens”, 
rodovia Transamazônica foi o maior projeto faraônico da ditadura militar. A ideia original 
era a construção de 8 mil quilômetros de rodovia que se iniciava no estado da Paraiba 
e atravessaria 7 outros estados,  e dois países vizinhos: Peru e Equador. 



O presidente Garrastazu Médici (ao centro), junto com ministros, inaugura 
em 09 de outubro de 1970, no município de Altamira no Pará, o marco
 comemorativo do início dos trabalhos de construção da Rodovia
 Transamazônica. Foto: Jornal do Brasil


década de 70
                                                                                                                                                            Foto: Roberto  Stucker
Inauguração de primeiro trecho da Rodovia Transamazônica. Na foto, Emílio 
Garrastazu Médici (à dir.) e o ministro dos Transportes, Mário Andreazza, 
cumprimentam-se, após ser descerrada a placa inaugural, em 
Jacareacanga - PA em 1974.


década de 70
Transamazônica: Propaganda ufanista e enganosa 
do Fuscão (Volkswagen 1500) de 1971.


Até hoje, a Rodovia Transamazônica segue inacabada, com 
cerca de 4000 km, (metade desse valor asfaltada) e, o restante,
 intransitável como mostrado na foto acima.


Tragédias em São Paulo


Incêndio no Edifício Andraus






O primeiro dos grandes incêndios ocorridos na cidade de São Paulo, foi no Edifício Andraus no dia 24 de fevereiro de 1972. O prédio com 29 andares, localizava-se na Avenida São João na região central da cidade. O fogo começou com um curto-circuito nos cartazes de propaganda das Casas Pirani (loja de departamentos), instalados na marquise do Andraus. Dezesseis pessoas morreram carbonizadas ou por se atiraram pelas janelas e outras 320 ficaram feridas. Cerca de 400 pessoas foram resgatadas por helicóptero no topo do edifício. Fotos: Carlos Nambra e AE


década de 70
Se aproveitando da tragédia do Edifício Andraus, a Federação Nacional
das Empresas de Seguro, publicou este anúncio logo em seguida. 

Incêndio no Edifício Joelma



O incêndio no edifício Joelma, no centro de São Paulo, ocorrido no dia 
01 de fevereiro de 1974 foi a maior tragédia da década de 70, quando 188 
pessoas  morreram e mais de 300 ficaram feridas. Esse fato reabriu a 
discussão popular com relação aos sistemas de prevenção e combate 
a incêndio nas metrópoles brasileiras. Foto: Ariovaldo Isaias


O edifício foi reformado e, em 1978 foi reinaugurado 
como  o edifício mais seguro da capital paulista,
mesmo assim, houve poucos interessados 
na época em alugar alguma sala comercial. 



O Julgamento da década


julgamento da década de 70; os anos 70; história dos anos 70. Oswaldo Hernandez
Ângela Diniz

Ângela Diniz, desquitada, rica e bonita, aparecia sempre nas colunas sociais, e em capas de revistas, conhecida como “a pantera de Minas”, estado onde nasceu. Morava em um apartamento em Copacabana e mantinha um relacionamento com o jornalista Ibrahim Sued antes de conhecer Doca Street.

julgamento da década de 70; os anos 70; história dos anos 70. Oswaldo Hernandez
Ângela Diniz: A Pantera de Minas

Doca Street (Raul Fernandes do Amaral Street) era conhecido como um “bon vivant”. Filho de pais ricos, sem profissão definida, era casado com a milionária Adelita Scarpa quando conheceu Ângela Diniz em uma festa. Os dois viveram um intenso relacionamento amoroso de três meses, segundo Doca, de "lua-de-mel de loucuras” com muito sexo, uísque, champanhe e cocaína.


julgamento da década de 70; os anos 70; história dos anos 70. Oswaldo Hernandez
Ângela Diniz assassinada com quatro tiros 

No dia 30 de dezembro de 1976, em casa alugada na cidade de Búzios, no estado do Rio de Janeiro, quando Ângela quis o termino do relacionamento,  Doca Street, após usar o velho clichê machista: “se você não for minha, não vai ser de mais ninguém”,  disparou quatro vezes no rosto de Ângela Diniz.
julgamento da década de 70; os anos 70; história dos anos 70. Oswaldo Hernandez
Julgamento de Doca Street em Cabo Frio - Foto:  Foto Amiccuci Gallo

Doca Street foi julgado em 18 de outubro de 1979 e “condenado” a dois anos de prisão com direito a sursis (suspensão condicional da pena). Segundo o advogado de defesa o réu assassinou Ângela Diniz “em legitima defesa da honra” por ter sofrido “violenta agressão moral”. Os advogados alegaram que Angela queria levar uma vida libertina e esta foi a motivação para o crime. Doca Street saiu livre e ovacionado do tribunal. Pediam-lhe autógrafos nas ruas.
O julgamento do século, segundo a imprensa da época, ocorreu na cidade de Cabo Frio, com 21 horas de duração, com o fórum lotado  em clima de show circense, ou como disse um subprocurador: “nunca vi vaias, aplausos  e risos no júri, parecia o auditório do Chacrinha”. Toda a imprensa nacional se fez presente. Só a TV Globo destacou para a cobertura do julgamento doze jornalistas, 56 técnicos e treze viaturas.
Em 1981 após um segundo julgamento e, com a opinião publica contra o acusado, Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão

Na época, o poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu: "Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras".



Metrô de São Paulo



O primeiro Metrô do Brasil nasceu na cidade de São Paulo.
 Em 1970 é iniciada a construção do primeiro trecho de 6,4 km
entre os bairros do Jabaquara e Vila Mariana. Boa parte da
 construção foi realizada no sistema de “trincheiras” o que
causava transtornos no comércio e trânsito local.


Anúncio sobre a inauguração da primeira linha do Metrô de 
São Paulo, em 14 de setembro de 1974.


Ponte Rio-Niterói


A Camargo Corrêa foi uma das empresas que contribuiu na 
construção da ponte que liga Rio de Janeiro a Niterói, 
tida como uma das construções da década de 70 e
inaugurada, com a presença do presidente Medici em 
4 de março de 1974.


Programas de televisão nos anos 70


Programação da TV em São Paulo – 1979. Haviam seis emissoras com 
programação que se iniciava após as 11 horas (menos a TV Globo e Tupi) 
e, por volta das duas horas da manhã não tinha mais o que assistir na TV. 
São Paulo e Rio de Janeiro eram privilegiados com mais emissoras, o resto
do país eram poucos os canais disponíveis, e a transmissão/recepção 
dos canais eram péssimas.


Câmera e Chico Anysio em 1970
Chico Anysio Especial - rede globo- 1970


comediante Jorge Loredo  (Zé Bonitinho) no programa
Chico Anísio Especial - Rede Globo - 1971


década de 70
Programa "Faça humor, não faça a guerra" com Jô Soares - Rede Globo - 1970
Jô Soares no personagem Norminha em Faça Humor não Faça a Guerra - 1971

Jô Soares - 1970

Humorista Costinha no programa Café sem Concêrto - TV Tupi - 1970


1971; televisão anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Personagem Teobaldo  (Roberto Marques) do guaraná Antarctica para comercial de TV, fez muito sucesso em 1971. Os anúncios tinham como tema central a expressão “Boko Moko” que significava algum objeto ou palavra antiquada, brega, em desuso e, como antídoto ou cura, era tomar o guaraná Antarctica. A expressão “Boko Moko” se tornou um jargão popular na época.
Ver comercial no link: http://www.youtube.com/watch?v=cMhUte-fasc

Anúncio impresso do Guaraná Antarctica 
com o personagem Teobaldo - 1971

televisão anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Anúncio programação TV Tupi em 1971

televisão anos 70; história da década de 70; Oswaldo Hernandez
Chico Anysio em "Azambuja e Cia" - Rede Globo - 1975




Programa A Grande Família - Rede Globo - 1972




Programa Xerife, Shazan e Cia. - Rede Globo - 1972


De 1957 a 1971, o humorista Manoel de Nóbrega, quase sempre na Rede Record, 
estava presente no banco da  "Praça da Alegria" para falar e escutar personagens 
que inventava baseados em tipos populares. Na foto da esquerda ele está 
com Silvio Santos e na direita com Moacyr Franco. Ele faleceu em 1976.


Miele e Ronald Golias no programa "A Praça da Alegria" -
Rede Globo - 1977


década de 70
Derci Gonçalves - 1971 - Foto David Zingg


Dercy Gonçalves no programa "Derci Colores" -TV Bandeirantes - 1972


Dercy Gonçalves e a cantora e jurada de programa de auditório Aracy de Almeida

Várias personagens de Marília Pera no programa Viva Marília
que durou seis meses na TV Glogo - 1973


Ibrahim Sued famoso colunista social em duas fotos - antes-depois de 
cirurgia plástica. Ele se apresentava no Jornal da TV Globo - 1973

década de 70
Ibrahim Sued lançou em 1972 seu livro: "20 Anos de Caviar"

Flavio Cavalcanti Programa 
"Um instante maestro" 
- abril de 1976



década de 70
Programa Flavio Cavalcanti

Capa da revista Veja de março de 1973.  Programa Flavio Cavalcanti censurado
 e suspenso por dois meses, por apresentar matéria com o tema
 "o homem que emprestou a mulher a um amigo".


O estilista de moda Dener (Dener Pamplona de Abreu), precursor da alta-costura brasileira, 
teve sua participação em programas de televisão no início da década de 70. Durante seis 
meses foi jurado no programa de Flavio Cavalcanti.  Fez programas para a TV Itacolomi 
de Belo Horizonte e TV Bandeirantes, sempre com altos caches para a época. 
Dener faleceu em 1978. Foto de Carlos Nambra de 1972.


Buzina do Chacrinha - anos 70 - TV Globo

Chacrete Rita Cadilac em 1979
A dançarina Rita Cadilac se tornou a mais celebre Chacrete 
do programa do Chacrinha. Foto de 1979


Chacretes em 1973
As "chacretes" do programa do Chacrinha na época na TV Tupi, em 1973,
sofreram censura na forma de vestir, com a visita de uma censora
 do governo federal aos estúdios da TV, que queria que elas usassem uma saia 
com no máximo cinco dedos acima do joelhos.

década de 70
Buzina do Chacrinha - TV Bandeirantes - 1978

Zé Fernandes - popular e antipático jurado dos programas
de auditório de Silvio Santos - 1971

Elke Maravilha e Pedro de Lara - jurados do programa
 "Buzina do Chacrinha" - 1972

Anúncio no jornal do brasil do Rio de 31 dezembro 1970 
sobre encerramento do jornal O seu Reporter Esso.
Foi um dos mais tradicionais programa de noticiários da 
radio e televisão brasileira. Seu inicio foi na Radio Nacional 
do Rio de Janeiro em 1941 e, na televisão foi apresentado 
de 1952 até 31 de dezembro de 1970 pela TV Tupi.


Programa “Amaral Neto o Repórter” – Rede Globo. A proposta do apresentador e criador do programa 
era explorar territórios, paisagens, costumes e tradições brasileiros desconhecidospelo grande público. 
Mas, a real intenção era enaltecer os acontecimentos políticos e sociais, o “milagre econômico”
 e as realizações dos presidentes da ditadura militar na década de 70.

Amaral Neto nos estúdios da TV Globo.

jogador da copa de 1970 gerson
Jogador de futebol Gerson apresenta programa
Ataque e Defesa na TV Tupi - Rio em 1973


década de 70
Cid Moreira e Sergio Chapelin - Jornal Nacional - Rede Globo - 1976
Fotos: Walter Firmo


Sergio Chapelin - 1979
Humberto Mesquita produzindo matéria para o programa
"Xeque-Mate" da TV Bandeirantes - 1971

Júlio Verner produzindo matérias para o programa
"Ninguem Segura este Reporter" para a TV Bandeirantes - 1971

J.Silvestre - programa Opinião Pública - Rede Tupi - 1972
Blota Junior e Sonia Ribeiro no programa Fim de Noite pela TV Record - 1971

Apresentador Blota Junior - programa Olho da Notícia -
TV Cultura final da década de 70

Em 1974,  o programa apresentado por Nelson Motta "Sabado Som"
  lidera a audiência no horário das 15 horas pela Rede Globo.
Eram apresentados tapes com bandas e cantores no estilo pop-rock
nacionais e internacionais - Foto Walter Firmo


Silvio Santos contratado pela Rede Globo, e Ayrton Rodrigues apresentava o programa Clube dos Artistas com sua mulher Lolita Rodrigues na TV Tupi em 1974
Silvio Santos contratado pela Rede Globo, e Ayrton Rodrigues apresentava o 
programa Clube dos Artistas com sua mulher Lolita Rodrigues na TV Tupi em 1974


Ayrton Rodrigues e Lolita Rodrigues  - década de 70
Ayrton Rodrigues e Lolita Rodrigues foram apresentadores do dos programa 
Clube dos Artistas na década de 70. Foi um dos programas que mais tempo
 permaneceu no ar: entre 1952 e 1980. 


Cantor Nelson Gonçalves se apresenta no programa "Clube dos Artistas" pela 
Rede Tupi  em 1976. Nesse ano, o cantor completava 35 anos de carreira
com 1.000 canções gravadas em disco. Foto: Nagib Allit



Cantor Benito de Paula apresenta, em 1975,  
pela Rede Tupi, o programa Brasil Som 75



Coronel Erasmo Dias em entrevista no programa Vox Populi na TV
Cultura - 1977

programas de auditório na década de 70
Anuncio agência de Propaganda P. A. Nascimento de 1972 com depreciação à programação da televisão brasileira. Os grandes apresentadores de programas de auditórios da época Flavio Cavalcante, Silvio Santos, Hebe Camargo e Chacrinha, aparecem nas fotos de uma forma grotesca.



programas de tv na década de 70
Anúncio Zilomag – 1972. Este anúncio foi veiculado para contestar o conteúdo do anúncio da agência de Propaganda P. A. Nascimento (ver anúncio anterior), enaltecendo os apresentadores dos programas de auditório de maior audiência da década de 70. A empresa Zilomag era fabricante de rádios.



Depois de dez anos na Rede Globo, Silvio Santos transfere seu programa
dominical para a TV Tupi em agosto de 1976 - foto Pedro Martinelli


Silvio Santos - anos 70

Hebe Camargo - TV Bandeirantes - 1979

Cantor Sidney Magal se apresenta no programa do Chacrinha.
Em 1979 ele era o cantor de maior sucesso popular.


Hugo Carvana no programa "Plantão de Polícia" - Rede Globo - 1979


Programa do Bolinha - permaneceu na TV Bandeirantes de 1974 a 1994

No início da década de 70 o ratinho Topo Gigio encantou o público infantil no programa “Mister Show”, na Rede Globo em horário nobre e, com parceria do apresentador e humorista Agildo Ribeiro. Esse personagem boneco tinha sido criado na Itália e, sua dublagem era feita pelo italiano Peppino Mazzullo, que não falava português. O programa tinha a participação da atriz Regina Duarte que na época era chamada de “a namoradinha do Brasil”.

Anúncio de 1970 sobre a nova série do programa com Topo Gigio.



Com o sucesso de Topo Gigio, foram lançados vários
 produtos com a marca do ratinho, tais como, 
o boneco, discos, revistas, chaveiros, entre outros.


Programa Vila Sésamo - TV Cultura - 1972


Personagem Gugu de Vila Sésamo - TV Cultura - 1972


Beth Mendes na gravação de "A Morte chega na Véspera"
 que marcou a estréia do programa "Estúdio A" na TV Tupi em 1973




Novelas anos 70


Júlio Cezar Cruz - novela Tilim - TV Record - 1970

Glória Menezes e Claudio Marzo na novela Irmãos Coragem - 1970 - Foto Adhemar Venezano
Sergio Cardoso na novela A Próxima Atração - Rede Globo - 1970
Novela de Dias Gomes "Bandeira 2" - 1971


Francisco Cuoco e Regina Duarte - novela Selva de Pedra - 1972
Cena da novela Selva de Pedra - 1972


Tarcísio Meira na novela "O Semideus"  - TV Globo - 1973


Juca de Oliveira e Dina Sfat em 1973
Juca de Oliveira e Dina Sfat na novela As Prais Desertas - Rede Globo - 1973



Claudio Corrêa e Castro e Eva Wilma na 
novela Mulheres de Areia de 1973

Paulo Gracindo - Emiliano Queiroz e Lima Duarte na novela O Bem Amado - 1973

lima duarte como zeca diabo em 1973
Lima Duarte no personagem Zeca Diabo da novela O Bem Amado - Rede Globo - 1973

Novela "O bem amado" - TV Globo - 1973

novela A Moreninha - Rede Globo - 1975
novela A Moreninha - Rede Globo - 1975

Novela "Saramandaia" - TV Globo - 1976
Novela "Saramandaia" - TV Globo - 1976


TARCISO MEIRA E GLÓRIA MENEZES - 1976
Tarcisio Meira e Glória Menezes em 1976


Regina Duarte - novela "Nina" - TV Globo - 1977
Regina Duarte - novela "Nina" - TV Globo - 1977

Gianfrancesco Guarnieri e Nicete Bruno  - 1977
Gianfrancesco Guarnieri e Nicete Bruno na novela
da TV Tupi - Eramos Seis - 1977



Rubens de Falco e Lucélia Santos - novela Escrava Isaura - 1977 - Rede Globo
Rubens de Falco e Lucélia Santos -
novela Escrava Isaura - 1977 - Rede Globo


Novela "Aritana" de Ivani Ribeiro com Carlos Alberto
Riccelli - Rede Tupi - 1978 - Foto: Irmo Celso


novela Dancin' Days de 1978. novelas anos 70. década de 70. história dos anos 70.
Sonia Braga e Antonio Fagundes em Dancin' days - 1978




"Dancin' Days. novelas anos 70. década de 70. história dos anos 70.
Sonia Braga (ao centro) - novela: "Dancin' Days" - Rede Globo - 1978


novelas anos 70. década de 70. história dos anos 70.
Anúncio da novela "Como salvar o meu casamento"
com Nicete Bruno na TV Tupi - 1979




novelas anos 70. década de 70. história dos anos 70.
Anuncio da rete Tupi sobre novela "Dinheiro Vivo" 
com Maitê Proença, Sérgio Mamberti e 
Enio Gonçalves de1979.



novelas anos 70, década de 70, Oswaldo Hernandez

Toni Ramos e Elizabeth Savalla na novela 
"O astro" de Janet Clair. 
Foto: Sergio de Souza

novelas brasileiras anos 70. Década de 70.
Ator Toni Ramos em 1979 - 
foto: Sergio de Souza



Regina Duarte na minissérie "Malú Mulher" - Rede Globo - 1979



Música, Teatro e Shows nos anos 70


Sonia Braga na peça "Hair" - São Paulo - 1971




Cartaz da peça "Hair" - São Paulo - 1970



Anúncio peça "Hair" - Rio - 1970



Anúncio do Jornal do Brasil de 2 de dezembro de 1970 
sobre show de Wilson Simonal no Canecão do Rio de Janeiro



Anúncio do show da cantora Maysa no Canecão
 do Rio de Janeiro em 1970


Dercy Gonçalves - peça "Os marginalizados" - 1972



Cantor Ivan Lins em 1971


Luiz Gonzaga - 1971
Show com Luis Gonzaga e Luis Gonzaga Jr. no Rio em 1970


década de 70
Roberto Carlos em 1970

Rita Lee em 1970


Sempre vestido com terno preto, chapéu e óculos escuros, com 
imagem de machão, o cantor Waldick Soriano já fazia muito sucesso 
no interior do norte e nordeste brasileiro, quando foi lançado no sul 
pelo Chacrinha e se tornou conhecido em todo o Brasil. Em 1971, aos 
37 anos, tinha completado dois milhões de discos vendidos, em estilo
 musical segundo críticos, “cafona” para a época.

Cantor Walkik Soriano no programa do Chacrinha
conhecido como o "Sinatra do Sertão" - 1971 -
Foto de Adhemar Veneziano

V Festival Internacional da Canção - Tony Tornado e
Trio Ternura - musica: "BR-3" - 1970


Cantor Tim Maia - show no Rio  "O Som e o Sonho de Tim Maia" - 1970

Gil em show no Teatro Tuca, em São Paulo - 1972 - foto Mario Luiz Thompson


Jair Rodrigues e Originais do Samba no Festival do MIDEM em Cannes - 1971


Martinho da Vila, Jorge Ben e Paulinho da Viola - 1972


década de 70
Fotos do filme "Quando o carnaval chegar", de Cacá Diegues, protagonizado
por Chico Buarque, Maria Bethânia e Nara Leão. Fonte- Instituto Antonio Carlos Jobim - 1972

década de 70
Chico Buarque no show "Tempo e Contratempo" - 1974

Show de Toquinho e Vinicius de Moraes no Tuca - São Paulo - 1973
- Foto: Fausto Ivan

Cantor Silvio Caldas e Baden Powell no show "Silvio Caldas e você"
 no Canecão do Rio - 1973

Cantor brasileiro anão Nelson Ned se apresenta no Carnegie Hall lotado
de Nova York em junho de 1974, onde é aplaudido de pé.
Ele era o maior ídolo em toda a América latina, menos no Brasil.
Em 1971 ele lançou seu primeiro LP em espanhol, que permaneceu,
por seis meses, em primeiro lugar no hit parade americano de música latina.


Demonios da Garoa em 1974
Demonios da Garoa em 1974


Maria Bethânia no show Drama-Luz da Noite no Teatro da Praia - Rio - 1973
- Foto: Chico Nelson

Gal Costa: show em São Paulo - 1974


Show de Elis Regina - 1972


década de 70
Elis Regina no show Falso Brilhante - dezembro de 1975 - Foto-  Sergio Sade


Clara Nunes e Paulo Gracindo - 1974
O ator Paulo Gracindo e a cantora Clara Nunes na apresentação em 1974
da peça "Brasileiro Profissão Esperança" com direção de Bibi Ferreira.
Foto: Acervo do Canecão - Rio


Wilson Simonal - 1975
Cantor Wilson Simonal - 1975



 Fagner e João Bosco jem 1975
Cantores Fagner e João Bosco já eram sucesso em 1975


Walter Franco e Luis Melodia em 1975
Dois outros sucessos da década de 70: Walter Franco e Luis Melodia em 1975

O escritor Plinio Marcos se apresenta em show na Boate Igrejinha -
São Paulo - 1976 - Foto: Keiju Kobayashi


O músico Hermeto Paschoal, já em 1976 exaltado pela crítica,
como um gênio, se apresenta em show no Museu de Arte
Moderna no Rio - foto Walter Firmo - 1976


Show de Sargentelli no Oba Oba - SP - 1978


década de 70
Milton Nascimento no I Festival do Jazz de São Paulo



Nara Leão e Dominguinhos - 1978

década de 70
Show- Tom Jobim, Vinicius, Toquinho e Miúcha - Canecão- Rio - 1977

Benito de Paula no show "Retratos de Cetim" no Rio em 1977


Raul Seixas no Festival Hollywood Rock no Rio de Janeiro em 1975


Em 1977, Raul Seixas faz show em São Paulo. Aos 32 anos já tinha lançado
6 discos. Foto: Sandra Adams.


década de 70
Grupo musical "As Frenéticas". A partir de 1977 o grupo fez
um grande sucesso, com o estilo de música "Disco". 
Fotos: Walter Firmo

Tuca, cantora e compositora de MPB, gravou um LP em 1964 com a música
" Porta Estandarte" de Geraldo Vandré. Morreu em 1978 de anemia causada 
por regime alimentar macrobiótico para emagrecer.


Cantor Odair José, de grande apelo popular, foi um
dos campeões de vendas de discos na década de 70


Cantora Rosemary no show "Rose, Rose, Rosemary" em 1976 - foto Keiju Kobayashi


Cantor Martinho da Vila em 1976


A velha guarda do samba em foto para anúncio da Bayer em 1976:
  Orlando Silva, Zé Keti (sentado), Clementina de Jesus e Moreira da Silva - 1976



Jorge Ben - show no Rio em 1978


Cantora Célia se apresenta no show "Por um Beijo" no Teatro Pixinguinha
- São Paulo - 1978


Cantora Rita Lee no show "Babilônia" - Rio - 1978


década de 70; show anos 70; história anos 70; musica anos 70;
Cantor Roberto Carlos em show de final de ano no Canecão do Rio
- dezembro de 1978 - Foto: Walter Firmo

década de 70, show anos 70; história anos 70; musica anos 70;
Anúncio show de Roberto Carlos no Canecão do Rio - 1973

década de 70, show anos 70; história anos 70; musica anos 70;
Caetano Veloso e Maria Bethania - 1978


Capa revista Veja - "A Opera do Malandro" - agosto de 1978; década de 70; show anos 70; história anos 70; musica anos 70;
Capa revista Veja - "A Opera do Malandro" - agosto de 1978


década de 70; show anos 70; história anos 70; musica anos 70;
Em 1979 a cantora Fafá de Belem, além de ser um simbolo sexual,
já se destacava como uma grande cantora. Foto: David Zingg


show anos 70; história anos 70; musica anos 70;
Cantor Ney Matogrosso com o show "Feitiço" no teatro Alaska do
Rio - 1979 - Fotos: Chico Nelson


show anos 70; história anos 70; musica anos 70;
Anúncio do show de Gonzaguinha "Explode Coração" de 1979


história anos 70; jorge ben jor; musicas anos 70; show anos 70; oswaldo hernandez
Jorge Ben com o show no Rio - A Banda do Zé Pretinho
 chegou para animar a festa - 1979

Jorge Ben (hoje Jorge Ben Jor) - década de 70


Show Gonzaguinha da Vida no tetro Procópio Ferreira em 
São Paulo - setembro de 1979


Peça Macunaíma - Teatro São Pedro - 1978, história anos 70, teatro anos 70;
Peça Macunaíma - Teatro São Pedro - 1978


Paulo Autran e Henriette Morineau na peça Coriolano em Santo André - 1974.
Paulo Autran e Henriette Morineau na peça Coriolano
em Santo André - SP - 1974.

Peça “Navalha na Carne” de Plinio Marcos volta a ser 
encenada em 1979 no Teatro Aliança Francesa em 
São Paulo, após dez anos de censura
Foto Cristina Villares

Plinio Marcos em 1979. Autor de peças polemicas nos anos 70, 
como"Dois perdidos numa noite suja" e "Navalha na Carne"
Foto: Cristina Villares



Patricio Bisso interpreta em musical, várias personagens femininas
 da história no teatro Treze de Maio em São Paulo  - 1977


Fernanda Montenegro, com 50 anos e trinta de teatro, trabalhava 
na novela “Cara a Cara” na TV Bandeirantes em 1979.
- Foto Solano José.


Vicente Leporace apresentador do programa na rádio
Bandeirantes  "O Trabuco" - 1971

Zé Bettio foi um grande sucesso da Radio Record na década de 70


Capas de discos anos 70



Chico Buarque - 1971

Raul Seixas - Krig-Ha, Bandolo! - 1973

Agnaldo Timóteo - 1974

Caetano, Gil, Behania e Gal - Doces Bárbaros
- 1976

Rita Lee - Babilonia - 1978


Trilha novela Dancin' Days - 1978

Tim Maia - 1972

Secos e Molhados - Sempre - 1973


Roberto Carlos - 1972

Elis Regina - Falso Brilhante - 1976

Maria Bethânia - Pássaro Proibido - 1976

Gal Costa - GalTropical - 1979



Milton Nascimento - Clube da Esquina II - 1978


Anos 70: campeões invisíveis 

da música popular brasileira

Nos anos 70, não eram apenas cantores, amparados pela mídia, como Roberto Carlos, Gal Costa ou Alcione que mais vendiam discos. Haviam campeões invisíveis de venda, como Amado Batista, Carlos Alexandre, Marcio França, Trio Parada Dura, Milionário e Zé Rico, que superavam 200.000 cópias vendidas de um único disco.
Apesar de pouco divulgada nas colunas de critica musical e não aparecerem nos grandes programas de televisão, esse tipo de música chamada folclórica, “dor de cotovelo” ou “música de fossa”, segundo as gravadoras da época, costumava ser de produção baixíssima, por não exigirem grandes sofisticações em termos de qualidade de gravação, embalagem ou promoção. O estilo musical era variado: sertanejo, bolero, seresta rock romântico, entre outros.


música popular nos anos 70
Capa do LP de Amado Batista, "Sementes de amor". Em um ano 
vendeu cerca de 700.000 cópias

música popular brasileira nos anos 70. Anos 70. história da década de 70.
Dentre os cantores criticados, Odair José foi o que mais vendeu
discos no formato compacto simples (com duas musicas) no primeiro 
semestre de 1972.


música popular brasileira nos anos 70. Anos 70. história da década de 70.
Cantor Carlos Alexandre: 300 mil discos vendidos nos anos 70


música popular brasileira nos anos 70. Anos 70. história da década de 70.
Capa do LP "Manchete de Jornal" do cantor Marcio França.
Vendeu 250.000 cópias nos anos 70.



musica sertaneja anos 70. música popular brasileira nos anos 70. Anos 70. história da década de 70.
Capa LP "Castelo de Amor" do Trio Parada Dura de 1975.
O primeiro de grande sucesso nacional.


música popular brasileira nos anos 70. Anos 70. história da década de 70.
Capa do primeiro LP de sucesso de Millionário e José Rico - 1973
Após quarenta e dois anos de carreira, a dupla já tinha vendido cerca 
de 35 milhões de exemplares de seus 29 discos gravados desde 
o ano de 1973. Além disso, gravaram dois DVDs e dois filmes, 
“Na Estrada da Vida, de 1980”, e "Sonhei com você", de 1988.


Cinema Brasileiro anos 70


Darlene Gloria e Paulo Porto no filme de Arnaldo Jabor "
Toda Nudez será castigada" - 1973


Darlene Gloria com matéria de capa da revista Veja de maio de 1973


Cena do filme Aleluia Gretchen, sobre a imigração
alemã no Brasil. Direção de Silvio Back - 1975


Filme "Xica da Silva" com Zezé Mota - direção de Cacá Diegues - 1976


Cena do filme Lição de Amor com Marcos Taquechel e
Lilian Lemmertz. Direção Eduardo Escorel.


Cartaz do filme "A Dama do Lotação" - 1978. Recorde de bilheteria.

Sonia Braga em close para capa da Revista Veja de maio de 1978



Cartaz do filme "Dona Flor e seus dois maridos" - 1976. Outro recorde de bilheteria.



Reginaldo Farias e Ana Maria Magalhães no filme Lucio Flavio - 1977

Atriz nascida no Ceará, Florinda Bolkan fez vários filmes
para o cinema europeu na década de 70. Em 1977 se mudou
para Los Angeles para trabalhar no cinema americano.

Após triunfo no cinema europeu, Florinda Bolkan faz
filme para TV americana em 1978


Florinda Bolkan em matéria de capa da 
Revista Veja de  agosto de 1971


David Cardoso produtor, diretor e ator dos filmes 
da era da pornachanchada - 1977


Filme: Meu Pé de Laranja Lima - 1972


Curta metragem obrigatório na década de 70

curta metragem obrigatório na década de 70, cinema brasileiro anos 70
Abertura dos filmes de Primo Carbonari - anos 70

A partir da metade da década de 70, o governo federal, através do Concine, determinou a obrigatoriedade de exibição de filmes curta metragem feitos no Brasil, antes da exibição do filme principal em cartaz no cinema. O espectador era obrigado a assistir documentários brasileiros  (a maioria, muito ruins) antes do inicio do filme que ele tinha proposto a assistir.
Os curtas metragens mais famosos da época eram produzidos por Primo Carbonari, reconhecido por muitos, como o maior documentarista da história do cinema brasileiro. Mas, para quem viveu essa época e frequentava assiduamente os melhores cinemas de São Paulo era considerado um martírio ser obrigado a assistir seus tediosos documentários, com narração em português antiquado, rebuscado e ufanista.

Segundo a jornalista Carmen Cagno, em matéria publicada no final da década, ele era “um fazedor de filmes..  Quem ainda não teve o prazer de assistir a um de seus acessos de loucura ou picaretagem cinematográfica pode identifica-lo facilmente pela reação da plateia. Quando ela começa a urrar dentro da sala de exibição, gritar nomes impublicáveis e jogar coisas na tela, não tenha dúvidas: estão exibindo um autêntico Primo Carbonari.”




Salas de cinemas em São Paulo em dezembro de 1979. Fonte: Jornal da República
O recorte de jornal com a programação do dia mostra o grande número de cinemas na Grande São Paulo e alguns municípios do estado no final da década de 70. Nessa relação faltam ainda alguns cinemas, é o caso do pequeno município de São Caetano, onde não estão relacionadas, três outras salas.
Do que consta nessa vasta relação, é que praticamente todas as salas foram fechadas dos anos 70 para cá. A maioria dos cinemas era de grande capacidade de espectadores (Cine Piratininga possuía 4.313 lugares), alguns deles eram suntuosos e construídos nas décadas de 40 e 50 e, na década de 70 já se observava que muitos foram divididos em salas menores, exemplo disso é o caso do Cine Ipiranga com duas salas.
Com tantas salas de cinema "de rua" e conforme o filme em cartaz, muitos tinham filas de “dobrar o quarteirão”, como se dizia na época.

Cine Piratininga em São Paulo. Esteve aberto até o final da década 
de 70 (a foto é de 1986).
Boa parte dos cinemas, se transformaram em estacionamento
ou igreja evangélica. Atualmente, a maioria dos cinemas se encontra 
nos shoppings

Cotações de filmes em cartaz em fevereiro de 1979 - Fonte: Revista Manchete


anos 70, cinemas na década de 70. Oswaldo Hernandez
Cartaz original do filme Terremoto - 1974


Anos 70; História dos anos 70. Oswaldo Hernandez.
Cine Comodoro em São Paulo com a exibição 
do filme Terremoto em 1974.

O Cine Comodoro situava-se na Avenida São João, foi na década de 70 um dos melhores cinemas da cidade de São Paulo. Inovador nas tecnologias de exibição de filmes, o Comodoro tinha o sistema Cinerama onde três projetores trabalhavam simultaneamente em uma tela gigantesca com quase 180º de curvatura. 

O filme Terremoto (Earthquake), do gênero “cinema catástrofe”, lançado em 1974, trouxe a tecnologia desenvolvida pela Universal Studios chamada Sensurround que dava maior intensidade ao áudio durante as sessões de cinema, a sensação era que o cinema trepidava nas cenas quando ocorriam terremotos. 

Houve na época reclamações de moradores de prédios vizinhos por causa da intensidade do som e de 
abalos nas estruturas dos edifícios.







            



Moda e comportamento nos anos 70



Na Copa de 1970, os rádios de pilhas eram muito usados 

década de 70. anos 70. transmissão da tv nos anos 70. década de 70. história anos 70
Primeiras TVs em cores chegam as residencias no Brasil.
Era um produto para a classe rica e, com poucas horas 
de transmissões em cores. Em 1979, cerca de 98% dos
domicílios paulistanos tinham televisão e 33 % das crianças
assistiam a TV durante mais de quatro horas por dia o que
levou o psicólogo Jacob Goldberg a classifica-la como uma
"babá eletrônica". Foto de 1972 por Celso Apolinário.


anos 70. transmissão da tv nos anos 70. década de 70. história anos 70.
Propaganda em jornal de janeiro de 1972 anunciando reserva de televisores 
a cores antes do inicio das transmissões que ocorreram oficialmente 
em 19 de fevereiro de 1972 por ocasião da Festa da Uva em Caxias – RS.


década de 70
A grande venda de televisores na década de 70, não representava 
que houvesse boa transmissão das emissoras para os lares brasileiros. 
A recepção dos canais de televisão eram péssimas e, em muitas casas, os 
moradores tinham que colocar as antenas no alto de estruturas para que 
pudessem ter uma imagem melhor. Mesmo assim, nem todos os canais "pegavam".


transmissão da tv nos anos 70. década de 70. história anos 70.
Antena de TV - Salvador - 1973: Nas regiões baixas, antenas eram 
colocadas sobre pedaços de canos emendados para conseguir uma 
boa altura, por conseguinte, melhora na recepção dos canais.



anos 70. década de 70. história anos 70. propaganda anos 70.
Anúncio da Telesp anunciando novas linhas de telefone para regiões
na cidade de São Paulo em 1974. Diferente do que ocorre hoje, nessa
época muitas pessoas esperavam mais de dez anos para obterem uma
 linha telefônica a um custo muito alto.    


década de 70. história anos 70. anos 70.
Neste anúncio da Ericsson de 1970, é confirmado a mensagem 
do anúncio anterior 



década de 70. história anos 70.
O personagem "Sujismundo" fez sucesso nos anos 1971 e 1972 
como estrela da campanha de higiene promovida pelo 
governo militar, veiculada em diversas mídias. 



década de 70. história anos 70.
Matéria revista Quatro Rodas de janeiro de 1970. Já nessa época, ocorriam
grandes congestionamentos de veículos nas estradas, em feriados prolongados.

década de 70. história anos 70.
Rodovia Anchieta em sábado de verão - janeiro de 1970 - 
Foto Carlos Nambra

anos 70. história da década de 70.
Nos anos 70, iniciou-se a invasão de turistas nas praias brasileiras durante os meses de verão. 
Os turistas de poder aquisitivo menor, acampavam nas praias ou passavam o dia com refeições 
trazidas de casa, eram os chamados "farofeiros".
  Foto: Sergio Sade - janeiro de 1975


anos 70. história da década de 70. propaganda anos 70.
Anúncio DNER sobre economizar gasolina. Com a crise mundial do petróleo 
1973 e, respectivo aumento de preço da gasolina, o governo brasileiro tomou medidas
 de racionalização do combustível, dentre elas e, as que mais afetaram o consumidor 
foram: limite de 80 km/h da velocidade dos veículos nas estradas;  fechamento de 
todos os postos de gasolina entre 23 e 6 horas nos dias úteis, nos sábados a partir
 das 19 horas e, nos domingos e feriados, o dia todo.

anos 70. história da década de 70. propaganda anos 70.
Anúncio GM - 1974. Campanha de interesse público para economia de gasolina.

crise do petróleo nos anos 70. anos 70. história da década de 70. propaganda anos 70.
Anúncio da Varga de 1974 no auge da crise mundial do petróleo, 
com informações e dicas sobre como economizar combustível.



anos 70. história da década de 70. propaganda anos 70. reclame anos 70. Oswaldo Hernandez.
Anúncio da Editora Abril de 1975. Na década de 70 foram lançados vários fascículos, vendidos em bancas de jornal, abordando as mais diversas esferas do conhecimento, coloridos e ricamente ilustrados e, que iriam dar origem a coleções de belos livros de capa dura. Colecionar fascículos tornou-se mania nacional e as estantes de livros ficavam na sala de visitas e, representavam status de conhecimento para a família mas, a maioria das pessoas não liam os livros, apenas ostentavam.



anos 70. história da década de 70. propaganda anos 70. reclame anos 70. Oswaldo Hernandez.
Acampar se tornou modismo nos anos 70. Como uma forma de contato 
direto com a natureza, as famílias, e principalmente, os jovens, se muniam 
de barraca, alimentos e uma grande parafernália de objetos e, viajavam 
para lugares distantes (as vezes de carona) para passar férias ou, 
nos feriados prolongados.


Tobogan - 1970. anos 70. história da década de 70. propaganda anos 70. reclame anos 70. Oswaldo Hernandez.
O Tobogan se tornou febre nacional como forma de entretenimento. 
Foto de Antonio Andrade - Rio de Janeiro - 1970


propaganda Tobogan no Parque do Ibirapuera - 1970. anos 70. história da década de 70. propaganda anos 70. reclame anos 70. Oswaldo Hernandez.
Anúncio Tobogan no Parque do Ibirapuera - 1970





Em 1978 a febre das discotecas toma todo o país, incentivadas pelo
filme "Os Embalos de Sabado à Noite" e da novela "Dancin' Days"


Em 1978, era comum nas discotecas, concursos de dança
Foto: Chico Nelson


Discoteca em  1979 - Foto Antonio Augusto Fontes



Patinação: moda na década de 70. Como os americanos começaram a dançar de patins 
nas discotecas, a moda de patinação ocorreu nos anos 70, como esporte ou lazer. 
Foto: Hiroto Yoshioka – 1979


década de 70

O método Cooper de ginástica aeróbica se torna modismo na década de 70 - Foto de 1972


                                                             


Acima, dois anúncios publicados em 1972. Enquanto o primeiro (à esquerda) promete aumento de peso, o segundo, a sua redução.


Skates e acessórios – Já praticado no Brasil no início da década de 70, 
o skate tinha em 1978, cerca de um milhão de adeptos e, só na cidade 
de São Paulo, cinco indústrias fabricantes de pranchas e acessórios.
Foto de 1978



 Nos carnavais da década de 70, o estilista Clovis Bornay 
era sempre o campeão dos desfiles de fantasia nos clubes.


década de 70
Joãozinho 30 foi o maior carnavalesco da década de 70



decada de 70
Uri Geller, parapsicólogo israelense, se apresenta na Rede Globo 
em julho de 1976 alcançado o maior índice de audiência da 
televisão brasileira até então obtido. Dentre suas proezas 
ele conseguia entortar talheres friccionando-os com as pontas dos dedos.



Emerson Fittipaldi em 1974
Emerson Fittipaldi ganhador do  grande premio da Bélgica
em 1974


anos 70. história da década de 70. propaganda anos 70.
Anúncio Malboro - Texaco - 1974. Nesta corrida Emerson chegou em primeiro lugar pela MacLaren.



José Carlos Pace foi um grande piloto da formula 1 na 
década de 70. Morreu em 1977.


corinthians decada de 70
Torcida do Corinthians recebe o time em São Paulo após ganharem partida 
contra o Fluminense no Rio de Janeiro em 06 dezembro de 1976. 
Cerca de 70.000 torcedores foram ao Rio assistir o jogo.




A modelo Rose de Primo, apesar de ter nascido no bairro São Mateus
 em São Paulo, foi o ícone da mulher carioca da década de 70. Suas 
fotos saíram em capas de revistas, anúncios, editoriais de moda e 
decorava as paredes dos mecânicos e borracheiros. 
Foto: Capa da revista Manchete de fevereiro de 1979.

Rose Di Primo em foto proibida na
década de 70.


Rose Di Primo em editorial de moda
nos anos 70



moda decada de 70
No texto deste anúncio de 1973 da confecção Gal, são fornecidas informações 
sobre como o homem deveria se vestir, seguindo as tendências da época. 
Ver mais opções de anúncios sobre moda, neste mesmo blog no link: 
"Anúncio de modas e acessórios nos anos 70"


Estilo hippie - matéria 1971



moda anos 70; brazilian fashion in the 70s
Elke Maravilha em inicio de carreira como modelo - 
editorial de moda primavera - Jornal do Brasil -  1970


Estilista Dener na capa da revista Manequim.
Considerado o melhor da época - 1972


 Clodovil Hernandez - 1972 - Foto Jorge Butsuem
Estilista Clodovil Hernandez - 1972 - Foto Jorge Butsuem


Moda Clodovil Hernandez - inspirada em desenhos das calçadas, no Chacrinha e time de futebol - 1972
Moda Clodovil Hernandez - inspirada em desenhos das calçadas, 
no Chacrinha e time de futebol - 1972


moda masculina em 1973, apresentada na XVI Fenit
Tendencias da moda masculina apresentada na XVI Fenit 
de 1973: lapelas largas, cores fortes, e saltos altos

Moda masculina estilo executivo 1973. A pasta estilo 007 (referencia 
ao agente James Bond) era o acessório primordial.
Fotos de anúncio dos Tecidos Santista.


propaganda coleção inverno Ducal 1976
Coleção Ducal - inverno de 1976


propganda Coleção Ducal - inverno de 1976
Coleção Ducal - inverno de 1976



Calças pantalona - década de 70


anos 70; década de 70, moda anos 70,
Moda verão - náutica - 1970.  Foto: Roger Bester


anos 70; década de 70, moda anos 70,
Moda verão - náutica - 1970.  Foto: Roger Bester



anos 70; década de 70, moda anos 70,
Praia de Ipanema - janeiro 1973 


anos 70; década de 70, moda anos 70,
Vestidos modelo envelope


anos 70; década de 70, moda anos 70,
Moda íntima 1972


anos 70; década de 70, moda anos 70, chanel, ted lapidus, lanvin
Alta costura I - 1973


anos 70; década de 70, moda anos 70, Courréges; Givenchy; Cristian Dior;
Alta costura II - 1973


moda anos 70; história dos anos 70; década de 70; Oswaldo Hernandez.
Matéria sobre o estilista soviético Slava Saizev, conhecido como o Dior russo que revolucionou a moda na antiga União Soviética, na década de 70. Ver mais detalhes sobre essa matéria na revista Manchete de fevereiro de 1979 no link:




Flores, pregos e gilete são bijuterias lançadas em 1977


Moda praia verão - 1978/79 - Foto: JR Duran


Moda verão 1978-1979  - fotos Walter Firmo

Moda verão 1978-1979  - fotos Walter Firmo-JR Duran


Moda verão 1978-1979  - fotos: JR Duran



Moda em 1977: meias de lurex. Coloridas e brilhantes, eram usadas
com sandálias. Foto: Chico Nelson


Meias Lurex - moda "Disco"  inspiradas na novela 
Dancin' Days de 1978


Editorial de Moda Disco - Revista Capricho - 1978
Moda Disco - Revista Capricho - 1978


moda alta costura - 1972 - Estilistas- Courregès e Féraud





sapatos década de 70.moda anos 70. década de 70.
Sapatos femininos  salto plataforma - 1972

moda anos 70. década de 70.

Foto publicada em jornal sobre moda verão de 1974



capanga. moda anos 70. década de 70. história década de 70. Oswaldo Hernandez.
Anúncio Kodak 1974. Capanga era uma pequena bolsa masculina de couro ou plástico, com pequena alça  para pendurar no pulso, onde o homem levava seus pertences: documentos,chaves, cigarros, etc. Foi moda nos anos 70 e quase todos os homens tinham uma.

capanga. moda anos 70. década de 70. história década de 70. Oswaldo Hernandez.
Anúncio cintos e capanga da Ypu - 1978



calçados masculinos com bicos arredondados e salto plataforma. de 1973. moda anos 70. década de 70.
Moda calçado masculino. Lançamento de 1973:  bicos arredondados e salto plataforma


moda anos 70. década de 70.
Os bigodes voltaram a ser moda nos anos 70
em estilos variados, acompanhados de costeletas 
e cabelos razoavelmente compridos.
moda decada de 70. moda anos 70. década de 70.
Moda Jeans - 1972. Para os jovens da época, a "boca de sino" das calças tinham que ser largas e encobrir o sapato, portanto, as calças arrastavam no chão o que causava desgaste na parte de trás 


Terno unisex - 1972


Praia de Ipanema - verão de 1973

Praia de Ipanema - verão de 1973 -
 Fotos de Chico Nélson e  Antonio Andrade

A moda da publicidade chega ao Brasil. Anúncios são estampados nas roupas. - 1973



Terno do estilista Clodovil Hernandez para Confecções Regência - 1972


Editorial de moda verão 70-71 - Revista Setenta da Editora Abril. Surgiu como 
um projeto gráfico inovador, mas durou de abril a novembro de 1970




Matéria "Moda Jovem" - Revista Capricho - anos 70

Matéria "Reembolso Postal" - Revista Capricho - anos 70

 Matéria "Reembolso Postal" - Revista Capricho - anos 70


Matéria "Reembolso Postal" - Revista Capricho - anos 70


propaganda moda 1973
Catálogo de moda - 1973


propaganda de moda 1973
Encarte de moda - 1973


Artigo moda masculina - 1973
Artigo moda masculina - 1973


Artigo Moda PoP - 1973
Artigo Moda PoP - 1973

artigo jeans revista Capricho - 1974
Matéria jeans revista Capricho - 1974


coleção inverno revista Manequim - 1975
Matéria revista Manequim - 1975


artigo moda inverno revista Manequim - 1975
Matéria moda inverno revista Manequim - 1975


Moda praia década de 70 
Modelo (a esquerda): Rosi Di Primo


propaganda anos 70
Artigo revista Capricho - década de 70


propaganda jeans ellus 1979
Jeans Ellus causa polêmica em 1979 com anúncio na TV
que mostrava um casal debaixo d´água se beijando
e se despindo ao som de “Mania de Você”, de Rita Lee
Ver anúncio TV em:
http://www.youtube.com/watch?v=fBg1thGEV5Y



Revistas nos anos 70




Anúncio Editora Abril - 1972 - Na década de 70, a Editora Abril já dominava o mercado de publicações de revistas. A empresa, fundada em 1950 por Victor Civita com a publicação de uma única revista (O Pato Donald), hoje continua dominando o mercado editorial com 219 títulos, dentre eles sete das dez maiores revistas brasileiras, e chega a 30 milhões de leitores.

Banca de jornais e revistas na década de 70
Banca de jornais e revistas em 1971

Banca de jornais e revistas na década de 70
Banca de jornais e revistas em 1971



Revista Isto É

Revista Isto É criada em 1976 por Domindo Alzugaray, ex-diretor comercial da Editora Abril e pelos irmãos Luiz e Mino Carta. Publicação semanal da Editora Três.



Revista Isto é – digitalizada – Nº 156 de 19 de dezembro de 1979. Na matéria da capa:
“ 70 – Os anos do sufoco”, encontramos a retrospectiva da década de 70, com fatos 
e pessoas que mais se destacaram nesse período. Ver no link:
http://www.youblisher.com/p/728758-Revista-Isto-E-digitalizada-de-19-de-dezembro-de-1979-no-156/

Outras capas da revista Isto É da década de 70...



Capa da revista Isto É de 6 de setembro de 1978 - nº 89




Capa da revista Isto É de 6 de junho de 1979 nº 128




Capa da revista Isto É de 19 de setembro de 1979 - nº 143




Revista Manchete

Revista Manchete surgiu em 1952 e se tornou uma das mais vendidas no Brasil. Publicada semanalmente e concorrente da revista O Cruzeiro, parou de circular em 2000, com a falência da Bloch Editores.



 Revistas anos 70; visita do Papa João Paulo II ao México; Nelson Rockefeller; Brook Shields; Anita Ekberg; Toni Ramos; Fórmula 1; novela Dancin' Days; etc.
Revista Manchete digitalizada, de 10 de fevereiro de 1979 - nº 1399.
São 140 páginas escaneadas com assuntos tais como: visita do Papa
João Paulo II ao México; Nelson Rockefeller; Brook Shields; Anita Ekberg;
Toni Ramos; Fórmula 1; novela Dancin' Days; etc.
Ver no link: 



Capa da revista Manchete de 03 de dezembro de 1977 - nº 1337 - Foto com Moshe Dayan,  Anuar Sadat e Menahen Begin em Israel

Capa da revista Manchete de 03 de dezembro de 1977 - nº 1337 - Foto com Moshe Dayan,  Anuar Sadat e Menahen Begin em Israel




Capa da revista Manchete de 9 de setembro de 1978 - nº 1377 com papa João Paulo I








           Capa Revista Manchete de 24 de março de 1979 - nº 1405 - Foto carnaval



Capa da Revista Manchete de 01 de setembro de 1979 - nº 1428 - Foto Xa Reza Pahlavi e Farah Diba



Capa da revista Manchete de 29 de setembro de 1979 - nº 1432 - Foto Jacqueline Kennedy Onassis



Revista O Cruzeiro



Surgiu em 1928 com uma proposta inovadora nos aspectos gráficos, com reportagens mais aprofundadas em conteúdo e, mais ilustrada com fotografias. Foi a revista mais importante da metade do século XX com fabulosas tiragens, como quando ocorreu a morte do presidente Getúlio Vargas em 1954, com 720 mil exemplares. Com a grande concorrência de outras publicações semelhantes, na década de 70, O Cruzeiro encerrou suas atividades em 1975.
Revista O Cruzeiro - 1972
             



Revista O Cruzeiro - 1974




Revista Fatos e Fotos Gente

Era uma publicação da Bloch Editora, com editoriais sobre problemas sociais, atualidades, celebridades e mundo do entretenimento.


Capa Revista Fatos e Fotos Gente de 24 de 
novembro de 1975- Nº 744 - Foto Leila Cravo 

                                                                                            
  Revista Fatos e Fotos Gente - 8 de agosto 
              de 1976  nº 761 - Foto Sonia Braga                    

     
Capa da Revista Fatos e Fotos Gente - de 21 de agosto de 1978 nº 887 -  Foto Papa Paulo VI
Revista Fatos e Fotos Gente - de
21 de agosto de 1978 nº 887 - 
Foto Papa Paulo VI

Revista Fatos e Fotos Gente - 
26 de fevereiro de 1979 - nº 914
Foto Wilma Dias


Revista Realidade

Lançada pela Editora Abril em 1966 e circulou até janeiro de 1976. Apresentava características inovadoras e provocativas para a época, com matérias inéditas nos temas e no estilo News Journalism quando o jornalista vivencia a matéria por um longo tempo. A revista Realidade dispunha dos melhores jornalistas e fotógrafos da época e chegou a uma tiragem de 500 mil exemplares vendidos em bancas. 


Revista Realidade de abril de 1971 -
 com Leila Diniz

Revista Realidade - março de 1971 - nº 60
com Caetano Veloso

Revista Veja

Publicação da Editora Abril, foi criada em 1968 pelos jornalistas Victor Civita e Mino Carta, e tida como a de maior circulação no Brasil, com uma tiragem de cerca de um milhão de exemplares. Suas editorias abordam temas como economia, cultura, internacional, artes, entretenimento, etc.



Capa revista Veja 08/03/1972 - nº 183
jogador de futebol Garrincha


Capa da revista Veja de 26/12/1979 - nº 590
Os anos 70
Capa revista Veja de 03/06/1970 - nº 91-
Bilhete do revolucionário Carlos Lamarca


Capa da revista Veja de 03/10/1973 - Nº 265
com Maria Bethânia




 














O dinheiro do Brasil na década de 70


Moeda de 1 cruzeiro - 1970


Em 1972 foi lançada moeda de 1 cruzeiro, com tiragem reduzida e comemorativa aos 150 anos
da Independência do Brasil. O presidente da época era o general Médici, como "bom"
ditador, exigiu que seu rosto fosse cunhado nas moedas ao lado de Dom Pedro I.

Moedas de 50, 20 e 10 centavos na década de 70


Moedas de 5, 2 e 1 centavos com o tema: "Alimentos para o Mundo"


Em 1979 a moeda de 1 cruzeiro (acima) foi substituída por outra em aço inox,
bem menor no tamanho, com 20 mm de diâmetro e, com o tema "Cana de Açucar"


Dinheiro no Brasil na década de 70: papel moeda

O Cruzeiro veio para substituir o Cruzeiro Novo em 15 de Maio de 1970, sendo 
que um Cruzeiro valia um Cruzeiro Novo (moeda anterior). Durou até 27 de 
fevereiro de 1986.

Papel moeda anos 70

Papel moeda anos 70


história dos anos 70; propaganda anos 70; brazil ads in the 70s; oswaldo hernandez;
Anúncio Banco Mercantil de Minas Gerais 
de 15 de maio de 1970


Cartões de crédito em 1970

Alguns cartões da década de 70


propaganda cartão de crédito do Bradesco de 1971
Anúncio cartão de crédito do Bradesco de 1971